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Vereador Tikinho pede realização de censo qualificado das pessoas com TEA em Jandira


Para o vereador Tikinho, a ação deve contribuir para identificar, mapear e garantir a inclusão social dessa parcela da população; o texto propõe que o levantamento seja feito, anualmente, por intermédio de formulário simplificado, disponibilizado online ou em postos de atendimento público


Na 9ª Sessão Ordinária de 1º de abril de 2025, a Câmara Municipal de Jandira aprovou o Projeto de Lei nº 25/25 com 11 votos favoráveis. Redigido pelo vereador Lucimar Henrique (Agir), o “Tikinho”, a propositura busca instituir a obrigatoriedade da realização de censo qualificado das pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista) na cidade. “Este censo ajudará a traçar um perfil detalhado das necessidades dessa população e possibilitará o desenvolvimento de ações mais direcionadas”, defendeu.

Segundo a redação, o censo será feito, anualmente, por meio de um formulário simplificado, disponibilizado online ou em postos de atendimento público pela Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, a fim de garantir acessibilidade a todas as pessoas interessadas. O questionário deverá ser claro, objetivo e respeitar a privacidade das informações fornecidas, em conformidade com a legislação vigente sobre a proteção de dados pessoais.

A matéria define que o senso qualificado será conduzido por uma equipe técnica multidisciplinar composta por profissionais especializados na área da saúde, educação e assistência social, incluindo psicólogos, psiquiatras, pedagogos e assistentes sociais. Também propõe que o Poder Executivo fica autorizado a criar um programa de capacitação contínua para profissionais da saúde, educação e assistência social, com o intuito de ampliar o conhecimento e a compreensão sobre o TEA, promovendo a inclusão e o acolhimento afetivo.

Além disso, o projeto estabelece que o município promoverá campanhas de conscientização sobre o TEA, em parceria com organizações da sociedade civil e entidades especializadas, visando à inclusão e o combate ao preconceito.

Com a aprovação do plenário, o projeto foi remetido para apreciação do Poder Executivo.



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